O Objetivo do Raja-Yoga
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Português
O OBJETIVO DO RAJA-YOGA
O yoga (disciplina de união espiritual) tem essencialmente a ver com o lado meditativo da religião, e não com o lado ético, embora, por necessidade, um pouco deste último deva ser considerado. Homens e mulheres passam a desejar mais do que a mera revelação, assim chamada. Querem fatos em sua própria consciência. Somente pela experiência pode haver alguma realidade na religião. Os fatos espirituais devem ser colhidos principalmente do estado superconsciente da mente. Coloquemo-nos na mesma condição daqueles que afirmam ter tido experiências especiais; então, se tivermos experiências semelhantes, elas se tornam fatos para nós. Podemos ver tudo o que outro viu; uma coisa que aconteceu uma vez pode acontecer de novo, ou melhor, deve acontecer, nas mesmas circunstâncias. O Raja-Yoga (a via régia da concentração) nos ensina como alcançar o estado superconsciente. Todas as grandes religiões reconhecem esse estado de alguma forma; mas, na Índia, atenção especial é dada a esse lado da religião. No princípio, alguns meios mecânicos podem nos ajudar a adquirir esse estado; mas os meios mecânicos sozinhos jamais podem realizar muita coisa. Certas posturas, certos modos de respirar ajudam a harmonizar e concentrar a mente, mas a estes devem juntar-se a pureza e um forte desejo de Deus, ou da realização. A tentativa de sentar-se e fixar a mente em uma única ideia e mantê-la ali provará à maioria das pessoas que há alguma necessidade de auxílio para que consigam fazer isso com êxito. A mente tem de ser gradual e sistematicamente trazida sob controle. A vontade tem de ser fortalecida por um treino lento, contínuo e perseverante. Isto não é brincadeira de criança, nem um capricho a ser experimentado num dia e descartado no seguinte. É a obra de uma vida; e o fim a ser alcançado vale bem tudo o que nos possa custar atingi-lo, pois não é nada menos que a realização de nossa absoluta unidade com o Divino. Certamente, com esse fim em vista, e com a certeza de que podemos sem dúvida ter êxito, nenhum preço será grande demais para pagar.
English
THE AIM OF RAJA-YOGA
Yoga has essentially to do with the meditative side of religion, rather than the ethical side, though, of necessity, a little of the latter has to be considered. Men and women are growing to desire more than mere revelation, so called. They want facts in their own consciousness. Only through experience can there be any reality in religion. Spiritual facts are to be gathered mostly from the superconscious state of mind. Let us put ourselves into the same condition as did those who claim to have had special experiences; then if we have similar experiences, they become facts for us. We can see all that another has seen; a thing that happened once can happen again, nay, must, under the same circumstances. Raja-Yoga teaches us how to reach the superconscious state. All the great religions recognise this state in some form; but in India, special attention is paid to this side of religion. In the beginning, some mechanical means may help us to acquire this state; but mechanical means alone can never accomplish much. Certain positions, certain modes of breathing, help to harmonise and concentrate the mind, but with these must go purity and strong desire for God, or realisation. The attempt to sit down and fix the mind on one idea and hold it there will prove to most people that there is some need for help to enable them to do this successfully. The mind has to be gradually and systematically brought under control. The will has to be strengthened by slow, continuous, and persevering drill. This is no child's play, no fad to be tried one day and discarded the next. It is a life's work; and the end to be attained is well worth all that it can cost us to reach it; being nothing less than the realisation of our absolute oneness with the Divine. Surely, with this end in view, and with the knowledge that we can certainly succeed, no price can be too great to pay.
Texto do Wikisource, em domínio público. Publicação original da Advaita Ashrama.