Arquivo Vivekananda

Ó Bendito Sonho

Volume8 poem
94 palavras · 1 min de leitura · Writings: Prose and Poems

Esta tradução foi produzida com ferramentas assistidas por IA e pode não ser totalmente exata. Para o texto de referência, consulte o original em inglês.

AI-translated. May contain errors. For accurate text, refer to the original English.

Português

Se as coisas correm mal ou bem —

Se a alegria, ressaltando, ilumina o rosto,

Ou se um mar de tristeza se avoluma —

Uma peça — cada um de nós tem seu papel,

Cada qual a chorar ou a rir conforme calhe;

Cada qual a vestir sua roupagem —

Suas cenas, alternando brilho e chuva.

Tu, sonho, ó sonho abençoado!

Estende ao longe e ao perto teu véu de bruma,

Suaviza as linhas tão agudas,

Alisa o que parece aspereza.

Não há magia senão em ti!

Teu toque faz o deserto desabrochar em vida.

O áspero trovão, o mais doce canto,

A morte cruel, a doce libertação.

## Referências

English

If things go ill or well --

If joy rebounding spreads the face,

Or sea of sorrow swells --

A play -- we each have part,

Each one to weep or laugh as may;

Each one his dress to don --

Its scenes, alternative shine and rain.

Thou dream, O blessed dream!

Spread far and near thy veil of haze,

Tone down the lines so sharp,

Make smooth what roughness seems.

No magic but in thee!

Thy touch makes desert bloom to life.

Harsh thunder, sweetest song,

Fell death, the sweet release.

## References


Texto do Wikisource, em domínio público. Publicação original da Advaita Ashrama.