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A Taça

Volume6 poem
142 palavras · 1 min de leitura · Writings: Prose and Poems - Original and Translated

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Português

A TAÇA

Esta é a sua taça — a taça a você designada

desde o princípio.

a você designada desde o princípio.

Não, meu filho, eu sei quanto

daquela bebida sombria é fermentação sua própria

daquela bebida sombria é fermentação sua própria

De falta e paixão, eras atrás,

Nos anos profundos do ontem, eu sei.

Esta é a sua estrada — uma estrada penosa e desolada.

Fui eu que fiz as pedras que jamais lhe dão repouso.

Pus o seu amigo em caminhos amenos e límpidos,

E ele há de vir, como você, até o meu peito.

Mas você, meu filho, há de caminhar por aqui.

Esta é a sua tarefa. Não tem alegria nem graça,

Mas não foi destinada a nenhuma outra mão,

E no meu universo tem lugar medido.

Aceite-a. Não lhe peço que compreenda.

Peço-lhe que feche os olhos para ver o meu rosto.

English

THE CUP

This is your cup-the cup assigned

to you from the beginning.

to you from the beginning.

Nay, My child, I know how much

of that dark drink is your own brew

of that dark drink is your own brew

Of fault and passion, ages long ago,

In the deep years of yesterday, I know.

This is your road-a painful road and drear.

I made the stones that never give you rest.

I set your friend in pleasant ways and clear,

And he shall come like you, unto My breast.

But you, My child, must travel here.

This is your task. It has no joy nor grace,

But it is not meant for any other hand,

And in My universe hath measured place,

Take it. I do not bid you understand.

I bid you close your eyes to see My face.


Texto do Wikisource, em domínio público. Publicação original da Advaita Ashrama.