XVII Alasinga
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Português
XVII
E. U. A. 27 de setembro de 1894.
Caro Alasinga,
. . . Uma coisa noto nos livros de meus discursos e ditos publicados em Calcutá. Alguns deles são impressos de tal modo que dão um sabor de opiniões políticas; ao passo que não sou político nem agitador político. Importo-me apenas com o Espírito — quando este está correto, tudo se corrige por si mesmo… Por isso, você deve advertir o pessoal de Calcutá de que jamais se atribua falsamente qualquer significado político a qualquer dos meus escritos ou ditos. Que disparate eu… Ouvi dizer que o Rev. Kali Charan Banerji, numa conferência a missionários cristãos, afirmou que eu era um delegado político. Se isso foi dito publicamente, então peça publicamente, em meu nome, ao Babu que escreva a qualquer dos jornais de Calcutá e o prove, ou então retire sua tola afirmação. Esse é o truque deles! Disse algumas palavras duras, em crítica honesta aos governos cristãos em geral, mas isso não significa que eu me importe com política, ou que tenha qualquer ligação com a política ou com esse tipo de coisa. Àqueles que acham muito grandioso imprimir trechos daquelas conferências e querem provar que sou um pregador político, a eles digo: "Livre-me dos meus amigos." . . .
. . . Diga aos meus amigos que um silêncio constante é toda a minha resposta aos meus detratores. Se eu lhes pagasse na mesma moeda, isso nos rebaixaria ao nível deles. Diga-lhes que a verdade cuidará de si mesma, e que eles não devem brigar com ninguém por minha causa. Ainda têm muito a aprender, e são apenas crianças. Estão ainda cheios de tolos sonhos dourados — meros meninos!
. . . Todo esse disparate da vida pública e do alarde dos jornais me desgostou por completo. Anseio por voltar à quietude do Himalaia.
Sempre seu, com afeto,
Vivekananda.
English
XVII
U. S. A. 27th September, 1894.
Dear Alasinga,
. . . One thing I find in the books of my speeches and sayings published in Calcutta. Some of them are printed in such a way as to savour of political views; whereas I am no politician or political agitator. I care only for the Spirit — when that is right everything will be righted by itself.... So you must warn the Calcutta people that no political significance be ever attached falsely to any of my writings or sayings. What nonsense I . . . I heard that Rev. Kali Charan Banerji in a lecture to Christian missionaries said that I was a political delegate. If it was said publicly, then publicly ask the Babu for me to write to any of the Calcutta papers and prove it, or else take back his foolish assertion. This is their trick! I have said a few harsh words in honest criticism of Christian governments in general, but that does not mean that I care for, or have any connection with politics or that sort of thing. Those who think it very grand to print extracts from those lectures and want to prove that I am a political preacher, to them I say, "Save me from my friends." . . .
. . . Tell my friends that a uniform silence is all my answer to my detractors. If I give them tit for tat, it would bring us down to a level with them. Tell them that truth will take care of itself, and that they are not to fight anybody for me. They have much to learn yet, and they are only children. They are still full of foolish golden dreams — mere boys!
. . .This nonsense of public life and newspaper blazoning has disgusted me thoroughly. I long to go back to the Himalayan quiet.
Ever yours affectionately,
Vivekananda.
Texto do Wikisource, em domínio público. Publicação original da Advaita Ashrama.