Arquivo Vivekananda

À Minha Própria Alma

Volume8 poem
116 palavras · 1 min de leitura · Writings: Prose and Poems

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Português

Espera ainda um pouco, Coração Forte,

Não te apartes de um jugo que durou a vida inteira,

Embora o presente pareça murcho, e o futuro, sombrio.

E parece já uma era desde que você e eu iniciamos nossa

Marcha morro acima ou morro abaixo. Navegando suaves por

Mares que são tão singulares —

Tu, mais perto de mim do que muitas vezes eu de mim mesmo —

Anunciando os movimentos da mente antes mesmo que existissem!

Reflexo fiel — teu pulso tão afinado ao meu,

Tu, nota perfeita dos pensamentos, por mais sutis que sejam —

Vamos nos separar agora, Registrador, diga?

Em ti há amizade, fé,

Pois tu advertias quando maus pensamentos fermentavam —

E ainda que, ai de mim, tua advertência fosse lançada ao vento,

Seguias o mesmo de sempre — bom e verdadeiro.

## Referências

English

Hold yet a while, Strong Heart,

Not part a lifelong yoke

Though blighted looks the present, future gloom.

And age it seems since you and I began our

March up hill or down. Sailing smooth o'er

Seas that are so rare --

Thou nearer unto me, than oft - times I myself --

Proclaiming mental moves before they were!

Reflector true -- thy pulse so timed to mine,

Thou perfect note of thoughts, however fine --

Shall we now part, Recorder, say?

In thee is friendship, faith,

For thou didst warn when evil thoughts were brewing --

And though, alas, thy warning thrown away,

Went on the same as ever -- good and true.

## References


Texto do Wikisource, em domínio público. Publicação original da Advaita Ashrama.