No Seio do Mar
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Português
NO SEIO DO MAR
segunda viagem ao Ocidente. Quando o escreveu, provavelmente atravessava
No céu azul flutua uma multidão de nuvens —
Brancas, negras, de matizes e espessuras serpentinas;
Um sol alaranjado, prestes a dizer adeus,
Toca as massas das nuvens com riscos de vermelho.
O vento sopra a seu bel-prazer, um furacão
Ora esculpindo formas, ora despedaçando-as:
Fantasias, cores, formas, criações inertes —
Uma miríade de cenas, ainda que reais, fantásticas.
Ali, nuvens leves se espalham, amontoando algodão fiado; Vê-se em seguida uma serpente enorme, depois um leão forte;
Outra vez, eis um casal enlaçado em amor.
Tudo se esvai, por fim, no céu vaporoso.
Abaixo, o mar canta uma música variada,
Mas não grandiosa, ó Índia, nem enobrecedora:
Tuas águas, amplamente louvadas, murmuram serenas
Numa cadência suave, sem um rugido áspero.
English
ON THE SEA'S BOSOM
second trip to the West. At the time of writing it, he was probably crossing
In blue sky floats a multitude of clouds—
White, black, of snaky shades and thicknesses;
An orange sun, about to say farewell,
Touches the massed cloud-shapes with streaks of red.
The wind blows as it lists, a hurricane
Now carving shapes, now breaking them apart:
Fancies, colours, forms, inert creations—
A myriad scenes, though real, yet fantastic.
There light clouds spread, heaping up spun cotton; See next a huge snake, then a strong lion;
Again, behold a couple locked in love.
All vanish, at last, in the vapoury sky.
Below, the sea sings a varied music,
But not grand, O India, nor ennobling:
Thy waters, widely praised, murmur serene
In soothing cadence, without a harsh roar.
Texto do Wikisource, em domínio público. Publicação original da Advaita Ashrama.